To quote from Whitman, “O me! O life!… of the questions of these recurring; of the endless trains of the faithless—of cities filled with the foolish; what good amid these, O me, O life? Answer. That you are here - that life exists, and identity; that the powerful play goes on and you may contribute a verse.”
What will your verse be?

(Source: somnulentia, via gho5ts)

Difícil descrever um amor que não seja uma montanha-russa. Se não existem altos e baixos, se o caminho é manso, se a estrada é reta, afinal, qual é a graça? A graça não é justamente o desejo de ver e não ver aquela pessoa? Não conseguir odiá-la porque a ama demais? Não poder brigar porque o que quer na verdade é abraçá-la, beijá-la, mimá-la? A graça não está em finalmente perceber que não importa o que aconteça, tudo vai acabar bem? Em aprender a perdoar? Se tudo está sempre bem, não há abraço de desculpas, não há sexo de pazes, não há momentos de puro prazer em dizer “Me desculpe, eu te amo”. E sem esses momentos, repito, qual é a graça?

– Bárbara Stecca